O melhor de Oslo

08:19:00

Oslo, capital norueguesa, encanta por suas belas ruas floridas, parques, museus, cafés e pela de organização que encontramos já na chegada em sua estação de trem central. Pode-se fazer quase tudo a pé, e em três dias deu para conhecer bastante coisa e realizar belos passeios.

Malas no hotel e, sem perder tempo, já fomos logo conhecer uma de suas principais atrações -  Opera House  - famosa pelo design moderno e inclinado que contrasta com a arquitetura ao redor. Subir em seu telhado e apreciar o sol tocar o mar bem devagarinho, foi um momento mágico e inesquecível.

Ainda no mesmo dia, descemos pelo famoso calçadão Karl Johans Gate repleto de bares e gente descontraída. No final dele podemos passar em frente ao belo edifício da prefeitura,  onde é realizada anualmente a entrega do Prêmio Nobel da Paz. Justamente pela Noruega ser considerada um dos países mais pacíficos do mundo e por sua histórica neutralidade em conflitos, tem a honra de ser o único palco de entrega de prêmio Nobel fora da Suécia. Ali ao lado é possível conhecer o Nobels Fredssenter (ou Nobel Peace Center), museu com dados históricos dos principais laureados.
Oslo tem museus para todos os gostos, e inclusive uma "ilha" só para eles. Do porto ao lado da prefeitura pega-se o ferry para a Bygdoy Peninsula, onde então no dia seguinte visitamos o Museu dos Barcos Vikings - Vikingskiphuset - atração indispensável para adultos e crianças. Nele, podemos conhecer um pouco mais sobre a história do país e das grandes conquistas de seu povo, que desde o século VIII desbravaram grande parte do território europeu e mesmo norte-americano.

E para finalizar o dia com "chave de ouro", ainda tivemos tempo suficiente para conhecer o Frognerparken e o Vigelandsparken, que estão situados lado a lado em um lindo complexo repleto de jardins, fontes e ornado pelas famosas esculturas de Gustav Vigeland - passeio que por si só já justificaria a vinda até Oslo. Mas não para por aí.... No terceiro e último dia de nossa jornada, tivemos a oportunidade ver de perto um dos quadros mais caros do mundo -  O Grito - de Edvard Munch - que está localizado no National Galery, mas que infelizmente não pode ser fotografado.








































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